Início » Parte 1: Jogay na BGS 2016 – Apenas a degustação de grandes títulos

Escrito em por & arquivado em Angelo, Artigos.

A Brasil Game Show está com um extenso catálogo de jogos disponíveis para o publico se aventurar, vários jogos ainda não foram lançados e o evento sabe como aumentar ainda mais as expectativas. É praticamente impossível testar tudo em um só dia devido ao grande número de pessoas e as imensas filas que se formam em questão de minutos após a abertura dos portões. Mesmo assim, poder jogar seu título favorito antes de todo mundo e estar rodeado de pessoas que curtem videogame é uma experiência válida. Além de ser uma excelente oportunidade para conhecer gente nova e puxar aquele papo enquanto esperamos.

Nós do Gayme Over ainda não conseguimos jogar todos os jogos que queremos, porém, tivemos a oportunidade de testar games bem legais que estão em seus últimos momentos no forno, faltando apenas alguns meses para o lançamento oficial.

 

Confira nossas impressões sobre o que jogamos na feira (até agora):

 

ReCore – Xbox One e Windows 10

ReCore Horizontal Key Art

 

Na última quinta-feira (1), foi o dia mais propício para testarmos os jogos das  grandes produtoras. O primeiro que jogamos foi ReCore, ambientado em um mundo dominado por robôs no qual os humanos estão à beira da extinção. Nele controlamos Joule, uma jovem que consegue manipular as máquinas mais amigáveis para nos ajudar durante a aventura, cada uma possui habilidades distintas fazendo a proposta do game ficar bem dinâmica e menos repetitiva. Misturando elementos de combate em terceira pessoa e plataforma, o game foi criado por Kenji Inafune, o mesmo criador de Mega Man, junto com os desenvolvedores do aclamado Metroid Prime. O lançamento está previsto para o dia 13 de setembro aqui no Brasil.

Joule possui uma arma de lasers com diversos tipos de disparos separados por cores, cada cor causa uma porcentagem de dano fazendo o jogador sempre estar atento as armas durante os combates. Na demo da feira eu não percebi diferenças significativas nos disparos a não ser pela cor mesmo, eles não mudam de intensidade ou frequência e a impressão que fica é que estamos utilizando sempre a mesma arma.

Confesso que não fui muito bem durante o gameplay e morri umas três vezes, provavelmente existe uma estratégia específica para avançar, o que é ótimo e não deixa o game repetitivo. Também não cheguei a variar meus robôs companheiros conseguindo usar somente um, ele era quadrupede e conseguia atirar mísseis a distância com um comando de voz da personagem.

Algo que me incomodou muito foi a bendita mira automática, ela ficava trocando de alvo enquanto eu desviava dos tiros e eu não conseguia focar em um inimigo de cada vez. Pode ser que essa mira seja opcional ou essa vai ser a dinâmica do jogo, ficar o tempo todo atento as cores para não ficar morrendo eternamente como no meu caso.

 

 

Final Fantasy XV

Final Fantasy XV

 

O que falar desse game que nem lançou e eu já quero comprar, apesar da sua demo super curta na BGS. O décimo quinto capítulo da maior franquia de RPGS da Square está com uma jogabilidade bem singular, se comparado aos seus antecessores. Em vez dos combates por turnos, agora o game está mais no estilo da série “Arkhan” do Batman, ou até mesmo Zelda e outros RPGs de ação. Temos que apertar o botão de ataque e desvio no momento certo, mas não é tão simples quanto parece. No combate com o gigante Titan, o jogador não pode chegar tocando o terror e pensando que está em um game hack’n slash, muito pelo contrário. Há uma estratégia para derrotar os inimigos, e já conhecendo minhas habilidades provavelmente vou levar um tempo para virar mestre nesse jogo hahaha.

Previsto para ser lançado no fim de novembro, mais especificamente no dia 29, Final Fantasy XV é ambientada na terra de Eos, um lugar bem semelhante com a era moderna atual com exceção dos monstros e magias. Nele acompanhamos Noctis, o jovem príncipe do reino de Lucis que precisa proteger seu território invadido pelos habitantes de Niflheim (cada nomezinho estranho). O game estará disponível para PS4 e Xbox One.

 

 

Horizon Zero Dawn – PS4

Horizon

 

Imagine um mundo onde as máquinas são os seres dominantes e os humanos são povos primitivos que vivem em pequenas aldeias, utilizando a tecnologia para caçar os animais sintéticos espalhados por todo o lugar, parece bem louco e ao mesmo tempo genial. Seguindo a linha dos RPGs de ação com mundo aberto que vemos atualmente, Horizon Zero Dawn se destaca por misturar o conceito de povos indígenas e tecnologia de ponta tornando esse universo único. Exclusivo para PS4, o lançamento está previsto para 27 de fevereiro de 2017 e já me deixou babando por mais depois da demonstração.

No estande da Sony, podemos assistir apresentações fechadas de diversos games que ainda estão sendo finalizados. Para assistir é só agendar um horário, mas chegue cedo pois as vagas são limitadas! As apresentações são das demos já mostradas na E3 (o que é bem irritante) mas o diferencial é que podemos tirar dúvidas com os produtores da Sony e saber mais detalhes. Sobre Horizon por exemplo: descobri que ele foi fortemente inspirado em Jurassic Park no desenvolvimento dos animais robóticos. Isso fica bem nítido quando assistimos o gaymeplay ou jogamos no estande, dá uma olhada:

 

 

The Unspoken – PC

The unspoken

 

Os óculos de realidade virtual são, sem sombra de dúvida, o maior atrativo da BGS desse ano. Ainda não consegui testar o da Sony mas tive uma boa noção dessa nova tecnologia no estande da Nvidia onde está disponível The Unspoken. O game utiliza o Óculos Rift, desenvolvido pela Oculus VR, e mais dois controles que se encaixam nas mãos como luvas trazendo uma dinâmica diferente do tradicional joystick.

No game travamos batalhas de magia com direito a itens especiais e feitiços de defesa, em todos utilizamos as mãos para poder lançar os poderes e interagir com objetos do cenário. Os controles possuem os botões A/B(Na mão direita) e X/Y( na mão esquerda), junto com um pequeno analógico em cada mão e os famosos gatilhos R1/R2 e L1/L2. A princípio parece bastante coisa e confesso que não tive muito tempo para me acostumar com os controles e ter uma conclusão se são complexos ou simples, mas mesmo tendo somente uma pequena degustação do potencial desse novo jeito de jogar é difícil não se impressionar.

A imersão é o carro chefe, eu estava dentro do jogo e podia olhar paras minhas mãos digitais lançando os feitiços, me defendendo e mirando no meu oponente. Joguei apenas o tutorial, mas foi o suficiente pra me perder em alguns momentos nos controles devido a quantidade de botões, como foi tudo muito rápido não consegui me adaptar e isso é um problema nesses tipos de feira. Não tenho uma conclusão definida sobre o produto, mas confesso que estou impressionado com tamanha interatividade.

Desenvolvido pela Insomniac Games (mesmo estúdio de Ratchet & Clank) The Unspoken está previsto para novembro e promete fazer os fãs de um bom duelo de magia se sentirem verdadeiros membros da academia de Hogwarts.

 

 

Just Dance 2017 – Wii, Wii U, PS4, PS3, Xbox 360 e Xbox One

Just dance 2017

 

Esse dispensa apresentações!

Seguindo a fórmula que o tornou o maior jogo de dança do mundo, a edição 2017 do game da Ubisoft traz não só uma, mas três músicas brasileiras e promete fazer os gringos se acabarem no jeitinho brasileiro, com “Bang” da Anitta, o samba contagiante de “Carnaval Boom” do Latino Sunset e “Te Dominar” de Daya Luz. A Ubisoft é uma das empresas que mais de destacam no cenário nacional, sempre trazendo conteúdos  PT BR em diversas franquias. No estande eu me joguei dançando Bang no palco, mas infelizmente (ou não) não temos imagens desse evento épico.

Just Dance 2017 será lançado  em 25 de outubro, mas podia ser hoje né Ubsoft? Nunca te pedi nada =[

 

 

Ainda tem muito mais games que curtimos e ainda vamos jogar haha fiquem ligados aqui no blog para mais novidades da Brasil Game Show!

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Angelo Prata

Futuro jornalista apaixonado pela arte do século XXI chamada de videogame. Tentando melhorar a internet um post de cada vez, este sagitariano que vos fala tem dificuldades em escolher um jogo favorito. As séries Super Mario, Resident Evil, Donkey Kong e Mass Effect estão no top da minha lista imaginária e sim, sou fã da Nintendo!