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Este ano o Gayme Over pôde participar da feira como imprensa pela primeira vez. Testamos jogos legais, conhecemos pessoalmente amigos virtuais e aproveitamos tudo o que a feira tem a oferecer. Em 2017, o maior evento de games da América Latina promete muitas novidades. Incluindo a primeira atração já confirmada, Nolan Bushnell, ninguém mais ninguém menos do que o criador do Atari!

Ele é o primeiro convidado confirmado no evento que acontecerá entre os dias 11 e 15 de outubro de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo. Conhecido como um dos grandes ícones da indústria dos games, Nolan abre a série de grandes atrações e surpresas que a BGS 2017 está preparando para comemorar sua décima edição.

 

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Continuando nossa série especial de personagens marcantes nos games, dessa vez iremos falar sobre a enigmática Jack, a biótica mais poderosa da franquia Mass Effect. Apesar de não ter uma ligação direta com a representatividade LGBT, Jack é um exemplo do poder feminista e possui uma história triste e ao mesmo tempo chocante.

Sua primeira aparição foi em ME 2, no qual a libertamos da prisão Purgatory – uma estação espacial que contém os piores criminosos da galáxia. Sim, Jack é uma das personagens mais duronas e difíceis de lidar, mas seu comportamento é apenas um escudo para esconder seu passado cheio de sofrimento.

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Pelo podeeeer do prisma lunaaaaar!!!!!

sailor-moon

 

Finalmente criei coragem e comecei a assistir Sailor Moon, mas não o anime antigo e sim o remake. Até tentei ver o clássico, só que achei tão infantil e bobo que não me atraiu em nada. Talvez o fato de eu ser adulto  e não ter assistido na infância tenha influenciado minha opinião.

Porém, isso não me impediu de me acabar nos games das guerreiras protetoras do sistema solar. Numa época em que consoles estavam em falta na minha casa, o jeito foi recorrer ao famoso CD da feirinha com 500 jogos de Super Nintendo. Zapeando pelo emulador, percebi que Sailor Moon possui uma enorme gama de títulos lançados incluindo RPGs, beat’m ups e puzzles. E foi com Bishoujo Senshi Sailor Moon Super S – Fuwa Fuwa Panic, lançado em 1995 para o SNES, que eu passei horas em frente o computador derrotando azamiga na adolescência.

Como o nome é muito comprido, iremos chama-lo carinhosamente de Sailor Moon da Bexiguinha, é mais prático. O jogo não foi lançado na terra do tio Sam, caso contrário teria um nome bem mais simples. Leia mais »

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“Então é natal, e o que você fez?”

 

Olá queridos leitores do Gayme Over, estamos sumidos faz um tempo e pedimos desculpas por isso. É complicado conciliar as tarefas do trabalho e da faculdade junto com o blog, mas fiquem tranquilos pois não iremos à lugar algum.

E esta é a estreia de mais um quadro aqui no blog: o “Personagem da semana”. Toda semana iremos selecionar um personagem ilustre dos games, para refletirmos sobre o seu perfil incluindo sua personalidade, ações nos jogos e relevância para a representatividade LGBT. Para nosso primeiro perfil, selecionei um personagem um tanto… delicado, digamos assim! Ebisumaru faz parte da franquia Mystical Ninja, muito famosa principalmente no japão.

A série já marcou presença em diversos consoles incluindo o SNES, Game Boy Advance, Nintendo 64 e PlayStation 2. Infelizmente a maioria dos títulos estão disponíveis somente no japão, o que não nos impede de usar o bom e velho emulador para conhecer esse personagem cheio de carisma e graça.

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Na última terça-feira (18) a NVIDIA realizou um evento em São Paulo, onde anunciou o lançamento do novo membro da família GTX, a GTX 1050. Richard Cameron, presidente da NVIDIA no Brasil, apresentou dados interessantes sobre os PC gamers e a importância do Brasil para a empresa.

Segundo Richard 90% dos PC gamers no Brasil utilizam placas de vídeo inferiores a GTX 950, e como nós brasileiros bem sabemos, o preço é um dos grandes responsáveis pelo atraso nas atualização das máquinas. Na tentativa de mudar esse cenário a nova placa promete rodar os games da geração atual a 60 frames por segundo, e o melhor de tudo, com o preço mais acessível para nossos bolsos carentes.

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Confesso que nunca fui muito atento a parte indie do universo gamer; o que é, sem dúvida, um erro da minha parte. As grandes produtoras com suas extravagantes campanhas de marketing acabam chamando muito mais atenção, não é a toa que os desenvolvedores independentes fazem das tripas coração (nem sei se essa expressão ainda é usada) para concluírem seus projetos e conquistarem um lugar ao sol nesta indústria multi-bilionária.

Mas o que diferencia os games indie das super produções?

Acredito que o fator mais nítido está na questão financeira. Durante a BGS, por exemplo, conhecemos desenvolvedores que estão com o projeto em andamento há nove anos! Eles não podem largar o emprego para se dedicarem totalmente ao jogo, por isso fica bem mais trabalhoso finalizar um game mais robusto, que incorpora os elementos dos games de peso sem perder sua simplicidade.

E foi na própria BGS que testamos títulos bem criativos, alguns ainda estão no início do desenvolvimento enquanto outros estão nos seus momentos finais, prestes a caírem no gosto da galera. Esses desenvolvedores independentes também nos contaram sobre a dificuldade de conseguir apoio para os projetos, tornando ainda mais difícil a indústria se desenvolver no Brasil.

Nós do Gayme Over acreditamos que o Brasil tem sim potencial para se tornar outro gigante dos games, e por isso iremos apresentar a seguir alguns dos jogos que testamos durante a feira e, se você se gostar de um ou mais games, não deixe de acessar o site dos caras, curtir a fanpage e demonstrar seu apoio da melhor forma possível!

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Já falamos aqui no blog como foi experimentar o óculos de realidade virtual no PC com o game “The Unspoken”. Agora, depois de sofrer muito para conseguir a tão cobiçada senha para testar o modelo da Sony, podemos dizer quais foram nossas impressões sobre essa nova mania que está tomando conta dos games atualmente. Batizado de PlayStation VR (antes seu codinome era Project Morpheus) o novo acessório promete elevar a imersão nos games introduzindo o jogador no mundo da realidade virtual.

O PS VR era o carro chefe da Sony este ano, todo mundo queria testar e para isso era necessário chegar pelo menos duas horas antes do inicio da feira para pegar um bom lugar na fila e correr para o estande do PlayStation. Os primeiros a chegar já poderiam testar os óculos de primeira, mas os outros deveriam pegar uma senha com horário específico e por isso muita gente que chegou tarde perdeu a oportunidade utilizar o novo acessório.

Depois de algumas tentativas fracassadas, somente no último dia consegui um horário para utilizar o VR e a ansiedade estava nas alturas. O que eu não esperava era uma demo com alguns problemas graves que atrapalharam minha experiência e causou uma primeira impressão ruim.

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Resident Evil 7 tem deixado parte dos fãs bem preocupados com as mudanças mostradas até agora, apesar de se propor em resgatar as origens do survival horror, principal característica dos primeiros jogos da série, a visão em primeira pessoa e a falta de personagens já conhecidos fez com que muitos torcessem o nariz ao jogar a demo “Beginning Hour”, levantando questionamentos que vão desde o enredo ao visual do game. Na última segunda-feira (5), aconteceu o último dia da Brasil Game Show deste ano, no qual o gerente de relações públicas da Capcom no Brasil, Fábio Santana, respondeu a diversas perguntas dos fãs no estande da Warner que é a distribuidora oficial dos jogos em terras brazucas.

Fábio deu mais informações sobre os personagens, além de explicar o porquê a Capcom decidiu fazer um RE tão diferente do que já estamos acostumados:

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A Brasil Game Show está com um extenso catálogo de jogos disponíveis para o publico se aventurar, vários jogos ainda não foram lançados e o evento sabe como aumentar ainda mais as expectativas. É praticamente impossível testar tudo em um só dia devido ao grande número de pessoas e as imensas filas que se formam em questão de minutos após a abertura dos portões. Mesmo assim, poder jogar seu título favorito antes de todo mundo e estar rodeado de pessoas que curtem videogame é uma experiência válida. Além de ser uma excelente oportunidade para conhecer gente nova e puxar aquele papo enquanto esperamos.

Nós do Gayme Over ainda não conseguimos jogar todos os jogos que queremos, porém, tivemos a oportunidade de testar games bem legais que estão em seus últimos momentos no forno, faltando apenas alguns meses para o lançamento oficial.

 

Confira nossas impressões sobre o que jogamos na feira (até agora):

 

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