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Resident Evil é uma série bem única nos videogames. Fazendo aniversário este mês, não é toda franquia que pode dizer que sobreviveu ao teste do tempo e mantém fãs por duas décadas esperando o próximo capítulo da saga.

20 anos atrás, foi pedido a Shinji Mikami para fazer um jogo de horror inspirado no em Sweet Home do Nintendinho, com a intenção de ser um remake do mesmo, mas com fortes referêncas trazidas de Alone in the Dark (PC). Mikami acabou criando um produto próprio e diferente do objetivo inicial, definindo o tipo de jogo que ele queria como um “Survival Horror”.

A partir dai a série foi deixando um legado gigantesco de filmes, jogos, quadrinhos, action figures, livros, entre vários outros produtos. Mas vamos nos focar naquilo que fez RE tão grandioso com os momentos mais memoráveis em toda a saga.

*****CONTÉM SPOILERS DA SAGA PRINCIPAL*****

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Você está jogando aquele game incrível! Com a história de encher os olhos, reviravoltas e vários personagens para interagir. Com o passar do tempo fica até difícil não ter uma queda por algum deles. São centenas de histórias e relacionamentos que criamos durante as jogatinas, principalmente nos RPG’s, nos identificando com suas distintas personalidades e maneiras de pensar.

“Mas, Angelo, esses personagens não existem!” nós sabemos jovem, não custa nada usar a imaginação e conferir a nossa lista dos crushes que foram feitos pra casar!

Se liga nessa marimba do amor s2

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A indústria dos games está em uma época cinematográfica, com grandes blockbusters sendo lançados todos os anos, com aquele sentimento de simplesmente querer jogar algo sem muitas pretensões ficando um pouco esquecido. Os jogos antigos nos encantaram, nos fizeram os gaymers que somos hoje, mas, assim como tudo na vida, as mudanças são inevitáveis.

Não quero dizer que os clássicos morreram ou que seus elementos ficaram perdidos no tempo, muito pelo contrário. Eles ainda estão aí, só que com muito menos destaque! E foi nesse mar de jogos tirados diretamente do cinema que a Ubisoft lançou em 2014 um raio de luz (quase que literalmente) chamado Child of Light para Xbox 360, Wii U, PS3, PS4, PS Vita e PC.

Confira abaixo nosso review: Leia mais »

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Alô, Alô, o blog voltou graças a Deus!

Gif ines divas dos games  

Após esse hiatus de um mês, o Gayme Over está de volta à ativa para apresentar alguns games que você não conhece e, talvez, nem vai fazer questão de conhecer. O intuito aqui é só curiosidade mesmo.

 

Divas do pop fazem parte do cotidiano dos gays, pelo menos em sua esmagadora maioria, mas além de lindas e talentosas, o que Neyde Spears, As Garotas Apimentadas e Kátia Perez tem em comum? Todas elas já tiveram seu próprio game! Isso mesmo jovem gaydauan, já que essa amada indústria tenta arrancar cada centavo do nosso suado dinheirinho, por que não fazer algo de qualidade duvidosa, divertir uns gaymers e ainda movimentar o capitalismo?

 

Aposto que ao término deste post você, querido leitor, irá correndo procurar essas pérolas na internet e adicioná-las à sua coleção divônica.

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Não é de hoje que os videogames bebem da fonte inspiradora chamada Hollywood. São inúmeras as referências que podemos encontrar, principalmente nos jogos atuais, de histórias vindas de clássicos do cinema. Os títulos recentes que seguem a linha storytelling (mais focado em contar uma história bem elaborada do que uma jogabilidade inovadora) têm aumentado consideravelmente, por exemplo: Beyond, The Walking Dead e Life Is Strange são apenas alguns dos títulos recentes.

Podemos ver o inverso em filmes que não utilizam uma temática gamer, mas que encontramos pequenos traços muito similares com os jogos eletrônicos. Pode ser um cenário, uma fala, ou até mesmo visões de futuros pós-apocalíticos.

Abaixo nós listamos algumas dessas referências que a indústria do cinema não faz questão alguma de disfarçar, lembrando que em certos casos são apenas detalhes que lembram os games, não possuindo o mesmo enredo ou personagens.

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Logo na exibição do trailer, o segundo jogo da produtora Dontnod Entertainment (Remember me) me cativou com a promessa de uma história emocionante, em que nossas escolhas podem interferir diretamente no destino dos personagens. Lançado em formato episódico, Life Is Strange tem seus pontos positivos, mas tropeça em vários aspectos, o que acabou frustrando parte da experiência. Os capítulos foram lançados com intervalos médios de dois meses, com a primeira parte liberada dia 29 de janeiro deste ano. O preço também estava bem atrativo, R$ 40,00 a temporada completa na PSN e na Live, e R$ 36,99 na Steam. Mesmo torcendo o nariz devido ao grande hiatus entre os episódios, resolvi entrar na “onda” dos jogos lançados em partes.   Leia mais »

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Em 2011, a Nintendo anunciou seu novo console. O grande diferencial do aparelho está no controle com uma tela própria, permitindo que os jogadores o utilizem sem necessidade da TV. A ideia causou um certo alvoroço na comunidade gamer, deixando os fãs à espera por mais novidades, incluindo a mais importante do mercado atual: o potencial do hardware. Novas informações foram divulgadas, porém, não fugia muito do óbvio ou algo que todos já viram em outros consoles das gerações anteriores.   Lançado em 2012, o Wii U chegou para saciar a curiosidade dos mais ansiosos.

Neste mesmo ano, a Sony e a Microsoft anunciaram seus respectivos consoles da 8ª geração, deixando a big N com um ano de vantagem para mostrar aos seus fãs e gamers  o porquê que deveriam adquirir o Wii U, ao invés do Play Station 4 ou do Xbox One. As third parties deram uma força e relançaram alguns títulos do Play Station 3 e do Xbox 360 para o U, mas a sede por novidades ainda rondava os fãs da gigante dos videogames. Leia mais »

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A comunidade gamer é um ambiente machista. Qualquer referência ao feminino, a não ser que seja apelo sexual, gera uma onda de “piadas” sem graça e ofensivas. As mulheres sofrem com o preconceito dentro do mundo dos games e nós gaymers também. Vira e mexe vemos algo como “esse jogo é de gay” ou “Nossa que gay” como se ser homossexual fosse algo inferior ou motivo de chacota. Na maioria das vezes percebesse que é uma questão cultural, até mesmo entre amigos já chamei alguém de “viado” tentando ofendê-lo. Na hora eu não percebia, mas comecei a refletir o quão imbecil acabo soando, além de ser preconceituoso com uma característica que também faz parte de mim.

Por isso caro leitor que possui essa linha de pensamento, é importante você saber que ser gay não é ser inferior, classificar algum jogo como “coisa de gay” não o torna menos divertido, só mostra o quanto você é desinformado  e está deixando de curtir um bom game com a galera por ficar repetindo frases que com certeza não são de sua autoria. Provavelmente ouviu alguém dizer, achou divertido e resolveu repetir.

Mas calma ai, você pode se redimir! Montamos um manual com as frases mais idiotas e preconceituosas que os jogadores dizem, e que nós (gaymers) estamos cansados de ler!   Se liga na listinha do tio:

 

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Você nem imagina, mas o número três possui uma profunda simbologia ligada à religião que se reflete em nosso modo de vida e até mesmo no sistema de governo que utilizamos. Só para exemplificar: São necessárias no mínimo três pessoas para que a democracia seja viável, o Estado é regido pelos três poderes (Legislativo, executivo e o judiciário), no cristianismo temos a santíssima trindade (O pai, o filho e o espírito santo), o triângulo é a primeira forma geométrica, na mitologia grega temos as Moiras que tecem o destino de humanos e deuses, os três porquinhos e por aí vai! 

Tive um professor na faculdade que, em praticamente todas as aulas, citava alguma coisa sobre o número três. Tentei relacionar o tema com os games e descobri que eles também possuem algum tipo de trindade, saca só:

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Muito se fala sobre o que levou o diretor e roteirista Paul Anderson a elaborar uma trama tão diferente da original, na época do lançamento do primeiro filme suas justificativas eram bem diferentes das atuais

 

Resident Evil é um sucesso, tanto no cinema quanto nos videogames, cinco filmes em live action foram produzidos e o sexto capítulo da saga cinematográfica está em produção. Segundo o IMDB, juntos os filmes já arrecadaram mais de US$915 milhões, tornando-se a adaptação de um game para o cinema mais bem sucedida da história. Mesmo passados 13 anos desde o lançamento de RE: O Hóspede Maldito, ainda existem discussões calorosas entre os fãs dos games. Muitos reclamam da história não ser fiel ao material original e protagonizado por uma personagem que não existe em nenhum jogo, enquanto os personagens transportados direto dos jogos para o cinema são meros coadjuvantes. O que ainda intriga muita gente é: Por que os filmes são tão diferentes?

 

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