Escrito em por & arquivado em Angelo, Artigos, Game Movies, Gaymer Review.

Muitos fãs de Resident Evil reclamam sobre os filmes live action dirigidos por Paul Anderson. Segundo esses “haters”, o principal motivo da desavença é o fato de não seguir a história dos games. Porém, se engana quem acredita que os filmes em CG da série são lindos e maravilhosos, só pelo fato de acharem um espacinho em meio a confusa time line da franquia.

Primeiro tivemos RE Degeneração, de 2008, que conseguiu homenagear de forma simplória o décimo aniversário de Resident Evil 2. Em 2012, RE Condenação veio com um enredo confuso, que não agrega praticamente nada a franquia, tornando-se apenas um delicioso fan service necessário para alimentar a indústria. Agora temos Resident Evil: A Vingança, que mais uma vez joga fora a oportunidade de fazer algo no mínimo interessante. Com enredo manjado, dublagem de qualidade duvidosa e uma animação que decaiu bastante em comparação com seus antecessores.

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Hey gaymers! Hoje vamos analisar a terceira temporada de um dos games de maior sucesso da Telltale. Mesmo que seu segundo ano não tenha sido tão impressionante quanto o primeiro, é notável uma evolução no enredo desse novo capitulo na história de Clementine – que não é a protagonista dessa vez.

Assim como seus antecessores, A New Frontier foi lançado no formato de episódios. Com as duas primeiras partes lançadas simultaneamente no dia 20 de dezembro do ano passado, e encerrando a temporada no dia 30 de maio de 2017. Acredito que já comentei anteriormente como eu ODEIO jogos em episódios, parece que compramos um produto por pedaços e uma campanha minúscula acaba durando cinco meses. Mas enfim, vamos a análise que é a parte interessante.

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Recentemente me presenteei com um PS4, aposentando meu bom e velho PlayStation 3. E como o hype total está em cima de Resident Evil 7, logo pensei que esse seria meu primeiro game. O problema é que estava em falta na loja em que costumo comprar, então resolvi adquirir “The Last Guardian”. O mais recente game do mestre Fumito Ueda.

Já falamos sobre ele na primeira edição do GaymerCast. Contando um pouco sobre sua trajetória na indústria e a influência que a arte possui em seus jogos, mas nada anteriormente se compara com a avalanche de sentimentos que TLG causa no jogador. Raiva, angústia, desespero e empatia. Esses são só alguns exemplos do que passei durante minha jornada com o Garoto e a fera alada chamada de Trico.

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Como disse na última edição do GaymerCast, minhas expectativas para o Capítulo Final estavam bem baixas. Então, eu simplesmente desliguei o cérebro e fui com a intenção de me divertir, simples assim. Nada de exigir enredos elaborados ou um desfecho que (por um milagre) conseguisse tapar todas as crateras da franquia. E essa foi exatamente a sensação que tive, com cenas de ação frenéticas e a Alice mais humanizada da série, consegui completar meu objetivo.

Os fãs dos longas vão adorar, já os fãs dos games nem tanto. É até difícil de decifrar o enigma que se tornou a mente de Paul Anderson quando o assunto é a história de Resident Evil. E essa foi a única maneira que encontrei para aceitar todas as explicações dadas no suposto fim da franquia no cinema.

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Pelo podeeeer do prisma lunaaaaar!!!!!

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Finalmente criei coragem e comecei a assistir Sailor Moon, mas não o anime antigo e sim o remake. Até tentei ver o clássico, só que achei tão infantil e bobo que não me atraiu em nada. Talvez o fato de eu ser adulto  e não ter assistido na infância tenha influenciado minha opinião.

Porém, isso não me impediu de me acabar nos games das guerreiras protetoras do sistema solar. Numa época em que consoles estavam em falta na minha casa, o jeito foi recorrer ao famoso CD da feirinha com 500 jogos de Super Nintendo. Zapeando pelo emulador, percebi que Sailor Moon possui uma enorme gama de títulos lançados incluindo RPGs, beat’m ups e puzzles. E foi com Bishoujo Senshi Sailor Moon Super S – Fuwa Fuwa Panic, lançado em 1995 para o SNES, que eu passei horas em frente o computador derrotando azamiga na adolescência.

Como o nome é muito comprido, iremos chama-lo carinhosamente de Sailor Moon da Bexiguinha, é mais prático. O jogo não foi lançado na terra do tio Sam, caso contrário teria um nome bem mais simples. Leia mais »

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Há algumas  semanas atrás a série Metal Gear era como caviar para mim, quando vi uma promoção no site da Submarino vendendo a coletânea por apenas 38 dilmas, percebi que era a hora de isso mudar. Era até chato quando meus amigos comentavam o quanto a série era incrível e a única reação que eu podia expressar era sorrir e acenar. Perdi várias referências e piadinhas com o tal “Snake In the box”, mas agora conseguirei correr atrás do tempo perdido. Zerei o título lançado PS1 recentemente e a sensação que tenho agora é: por que demorei tanto?

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A indústria dos games está em uma época cinematográfica, com grandes blockbusters sendo lançados todos os anos, com aquele sentimento de simplesmente querer jogar algo sem muitas pretensões ficando um pouco esquecido. Os jogos antigos nos encantaram, nos fizeram os gaymers que somos hoje, mas, assim como tudo na vida, as mudanças são inevitáveis.

Não quero dizer que os clássicos morreram ou que seus elementos ficaram perdidos no tempo, muito pelo contrário. Eles ainda estão aí, só que com muito menos destaque! E foi nesse mar de jogos tirados diretamente do cinema que a Ubisoft lançou em 2014 um raio de luz (quase que literalmente) chamado Child of Light para Xbox 360, Wii U, PS3, PS4, PS Vita e PC.

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Logo na exibição do trailer, o segundo jogo da produtora Dontnod Entertainment (Remember me) me cativou com a promessa de uma história emocionante, em que nossas escolhas podem interferir diretamente no destino dos personagens. Lançado em formato episódico, Life Is Strange tem seus pontos positivos, mas tropeça em vários aspectos, o que acabou frustrando parte da experiência. Os capítulos foram lançados com intervalos médios de dois meses, com a primeira parte liberada dia 29 de janeiro deste ano. O preço também estava bem atrativo, R$ 40,00 a temporada completa na PSN e na Live, e R$ 36,99 na Steam. Mesmo torcendo o nariz devido ao grande hiatus entre os episódios, resolvi entrar na “onda” dos jogos lançados em partes.   Leia mais »