Início » GaymerCast #7 – Homofobia e a indústria dos games

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Gaymers!

Acaba de sair do forno mais uma edição delicinha do GaymerCast. Dessa vez o papo é sério! Eu, Marcus e o Danilo conversamos sobre o processo de aceitação da sexualidade e damos dicas para quem está passando por essa fase.

Contextualizamos sobre a homofobia de uma forma geral fazendo um paralelo com a representatividade na indústria. Particularmente, acreditamos que esse foi um dos nossos melhores trabalhos, fora que foi uma maravilha de gravar. Falar sobre o assunto é muito importante, e nós sabemos que aqui no blog estamos há algum tempo sem debater sobre isso.

 

E se quiser participar ou dar sua opinião/sugestão para o podcast deixe seu comentário ou envie um e-mail para contato@gaymeover.com.br.

 

 

Destaques desta edição

  • Iniciamos essa edição contextualizando sobre o que é homofobia. Questionando as pessoas que acreditam que só se trata de agressão física ou ofensas;
  • Em seguida fizemos um paralelo com os personagens gays nos videogames de antigamente e atuais. Mostrando a evolução da representatividade;
  • Finalizamos comentando a postura das empresas no passado e agora, celebrando os personagens LGBT que têm destaque na divulgação do game. Como por exemplo os recentes Overwatch, Resident Evil Operation Raccoon City e Street Fighter.

 

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Angelo Prata

Futuro jornalista apaixonado pela arte do século XXI chamada de videogame. Tentando melhorar a internet um post de cada vez, este sagitariano que vos fala tem dificuldades em escolher um jogo favorito. As séries Super Mario, Resident Evil, Donkey Kong e Mass Effect estão no top da minha lista imaginária e sim, sou fã da Nintendo!
  • TEXTÃO DO DESABAFO TIME
    Ótimo papo, gente! Cobriu tudo que tento discutir quando falo de homofobia e misoginia em jogos.
    Cês não sabem como eu fico LOUCA com essa parte da discussão sobre o personagem gay, trans, drag ou crossdresser ser o alívio cômico – afeminado, escandaloso, etc, e associando tudo isso com coisa inferior (e migos, cá entre nós, NÃO TEM coisa mais escandalosa e patética que homem hétero infantil reagindo a fora.)

    Outra: Fico ferrada com como a cultura da LGBTfobia acostuma a nossa cabeça até a achar que, por padrão, personagem que não se revela LGBT é hétero (e que não faz crossdress, drag, etc. Hétero padrãozão.) Aí essa falta de costume causa essa onda de protestos onde, quando um personagem “se revela” LGBT, é frescura/politicamente correto/marketing/etc (mesmo que o marketing esteja adorando a trend de personagem LGBT no momento, como vocês mencionaram.)

    Em Dragon Age acho bacana a justifica dos personagens terem opções sexuais definidas porque é bacana do ponto de vista narrativo vivenciar frustração e rejeição ingame (quando a gente tá acostumado com jogos tipo Witcher 1 onde o par romântico te premia com transa por qualquer treco) Sou hétero, tentei fazer uma personagem gay pra namorar com a Cassandra e foi super bacana e único vivenciar a rejeição dela, que “se revelou” hétero. Sinto falta de mais roteiros aprofundados, representativos e imersivos em jogos — e pras paixões mais incontroláveis tem sempre MODS, graças a Deus.

    p.s. Sou bitch do Solas e Anders – OS PROBLEMÁTICOS MEU DEUS ONDE ME ENFIEI.

    Enfim, cast lindo, parabéns gemts! ♥

    • Angelo Prata

      Lindo é esse seu comentário maravilhoso <3 !!!
      Muito obrigado pelo feeedback!