Escrito em por & arquivado em Angelo, Artigos.

Confesso que nunca fui muito atento a parte indie do universo gamer; o que é, sem dúvida, um erro da minha parte. As grandes produtoras com suas extravagantes campanhas de marketing acabam chamando muito mais atenção, não é a toa que os desenvolvedores independentes fazem das tripas coração (nem sei se essa expressão ainda é usada) para concluírem seus projetos e conquistarem um lugar ao sol nesta indústria multi-bilionária.

Mas o que diferencia os games indie das super produções?

Acredito que o fator mais nítido está na questão financeira. Durante a BGS, por exemplo, conhecemos desenvolvedores que estão com o projeto em andamento há nove anos! Eles não podem largar o emprego para se dedicarem totalmente ao jogo, por isso fica bem mais trabalhoso finalizar um game mais robusto, que incorpora os elementos dos games de peso sem perder sua simplicidade.

E foi na própria BGS que testamos títulos bem criativos, alguns ainda estão no início do desenvolvimento enquanto outros estão nos seus momentos finais, prestes a caírem no gosto da galera. Esses desenvolvedores independentes também nos contaram sobre a dificuldade de conseguir apoio para os projetos, tornando ainda mais difícil a indústria se desenvolver no Brasil.

Nós do Gayme Over acreditamos que o Brasil tem sim potencial para se tornar outro gigante dos games, e por isso iremos apresentar a seguir alguns dos jogos que testamos durante a feira e, se você se gostar de um ou mais games, não deixe de acessar o site dos caras, curtir a fanpage e demonstrar seu apoio da melhor forma possível!

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Já falamos aqui no blog como foi experimentar o óculos de realidade virtual no PC com o game “The Unspoken”. Agora, depois de sofrer muito para conseguir a tão cobiçada senha para testar o modelo da Sony, podemos dizer quais foram nossas impressões sobre essa nova mania que está tomando conta dos games atualmente. Batizado de PlayStation VR (antes seu codinome era Project Morpheus) o novo acessório promete elevar a imersão nos games introduzindo o jogador no mundo da realidade virtual.

O PS VR era o carro chefe da Sony este ano, todo mundo queria testar e para isso era necessário chegar pelo menos duas horas antes do inicio da feira para pegar um bom lugar na fila e correr para o estande do PlayStation. Os primeiros a chegar já poderiam testar os óculos de primeira, mas os outros deveriam pegar uma senha com horário específico e por isso muita gente que chegou tarde perdeu a oportunidade utilizar o novo acessório.

Depois de algumas tentativas fracassadas, somente no último dia consegui um horário para utilizar o VR e a ansiedade estava nas alturas. O que eu não esperava era uma demo com alguns problemas graves que atrapalharam minha experiência e causou uma primeira impressão ruim.

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Resident Evil 7 tem deixado parte dos fãs bem preocupados com as mudanças mostradas até agora, apesar de se propor em resgatar as origens do survival horror, principal característica dos primeiros jogos da série, a visão em primeira pessoa e a falta de personagens já conhecidos fez com que muitos torcessem o nariz ao jogar a demo “Beginning Hour”, levantando questionamentos que vão desde o enredo ao visual do game. Na última segunda-feira (5), aconteceu o último dia da Brasil Game Show deste ano, no qual o gerente de relações públicas da Capcom no Brasil, Fábio Santana, respondeu a diversas perguntas dos fãs no estande da Warner que é a distribuidora oficial dos jogos em terras brazucas.

Fábio deu mais informações sobre os personagens, além de explicar o porquê a Capcom decidiu fazer um RE tão diferente do que já estamos acostumados:

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