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Confesso que nunca fui muito atento a parte indie do universo gamer; o que é, sem dúvida, um erro da minha parte. As grandes produtoras com suas extravagantes campanhas de marketing acabam chamando muito mais atenção, não é a toa que os desenvolvedores independentes fazem das tripas coração (nem sei se essa expressão ainda é usada) para concluírem seus projetos e conquistarem um lugar ao sol nesta indústria multi-bilionária.

Mas o que diferencia os games indie das super produções?

Acredito que o fator mais nítido está na questão financeira. Durante a BGS, por exemplo, conhecemos desenvolvedores que estão com o projeto em andamento há nove anos! Eles não podem largar o emprego para se dedicarem totalmente ao jogo, por isso fica bem mais trabalhoso finalizar um game mais robusto, que incorpora os elementos dos games de peso sem perder sua simplicidade.

E foi na própria BGS que testamos títulos bem criativos, alguns ainda estão no início do desenvolvimento enquanto outros estão nos seus momentos finais, prestes a caírem no gosto da galera. Esses desenvolvedores independentes também nos contaram sobre a dificuldade de conseguir apoio para os projetos, tornando ainda mais difícil a indústria se desenvolver no Brasil.

Nós do Gayme Over acreditamos que o Brasil tem sim potencial para se tornar outro gigante dos games, e por isso iremos apresentar a seguir alguns dos jogos que testamos durante a feira e, se você se gostar de um ou mais games, não deixe de acessar o site dos caras, curtir a fanpage e demonstrar seu apoio da melhor forma possível!

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