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Ah, Resident Evil! Um amor que surgiu no primeiro gameplay. Mais exatamente naquela tarde fatídica em meados de 2003, na qual tomei diversos sustos jogando RE 3 com azamiga! Desde então, me vejo apaixonado por esse enredo riquíssimo, com personagens marcantes e tramas mirabolantes. Mesmo que a saída do criador da franquia tenha deixado sua obra prima nas mãos de terceiros, fica nítido que Capcom não faz a mínima ideia de até quando essa história vai se estender, ou se os protagonistas terão um desfecho.

Imagino que  em 10 anos, veremos os mesmos personagens, com cabelos grisalhos (ou não no caso dessa nova versão do Chris), ainda enfrentando os terríveis ataques biológicos com o empenho de sempre. Em Resident Evil 7, lançado em janeiro deste ano, somos introduzidos novamente ao mundo do survival horror clássico – tão implorado pelos fãs – e ao contrário de seu antecessor (na série numerada), foi aclamado pela crítica. Não que RE 7 seja um jogo ruim, longe disso. Mas ao finaliza-lo minha maior dúvida sobre a trama inteira foi: e daí?

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Resident Evil 7 tem deixado parte dos fãs bem preocupados com as mudanças mostradas até agora, apesar de se propor em resgatar as origens do survival horror, principal característica dos primeiros jogos da série, a visão em primeira pessoa e a falta de personagens já conhecidos fez com que muitos torcessem o nariz ao jogar a demo “Beginning Hour”, levantando questionamentos que vão desde o enredo ao visual do game. Na última segunda-feira (5), aconteceu o último dia da Brasil Game Show deste ano, no qual o gerente de relações públicas da Capcom no Brasil, Fábio Santana, respondeu a diversas perguntas dos fãs no estande da Warner que é a distribuidora oficial dos jogos em terras brazucas.

Fábio deu mais informações sobre os personagens, além de explicar o porquê a Capcom decidiu fazer um RE tão diferente do que já estamos acostumados:

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