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Ah, Resident Evil! Um amor que surgiu no primeiro gameplay. Mais exatamente naquela tarde fatídica em meados de 2003, na qual tomei diversos sustos jogando RE 3 com azamiga! Desde então, me vejo apaixonado por esse enredo riquíssimo, com personagens marcantes e tramas mirabolantes. Mesmo que a saída do criador da franquia tenha deixado sua obra prima nas mãos de terceiros, fica nítido que Capcom não faz a mínima ideia de até quando essa história vai se estender, ou se os protagonistas terão um desfecho.

Imagino que  em 10 anos, veremos os mesmos personagens, com cabelos grisalhos (ou não no caso dessa nova versão do Chris), ainda enfrentando os terríveis ataques biológicos com o empenho de sempre. Em Resident Evil 7, lançado em janeiro deste ano, somos introduzidos novamente ao mundo do survival horror clássico – tão implorado pelos fãs – e ao contrário de seu antecessor (na série numerada), foi aclamado pela crítica. Não que RE 7 seja um jogo ruim, longe disso. Mas ao finaliza-lo minha maior dúvida sobre a trama inteira foi: e daí?

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Recentemente me presenteei com um PS4, aposentando meu bom e velho PlayStation 3. E como o hype total está em cima de Resident Evil 7, logo pensei que esse seria meu primeiro game. O problema é que estava em falta na loja em que costumo comprar, então resolvi adquirir “The Last Guardian”. O mais recente game do mestre Fumito Ueda.

Já falamos sobre ele na primeira edição do GaymerCast. Contando um pouco sobre sua trajetória na indústria e a influência que a arte possui em seus jogos, mas nada anteriormente se compara com a avalanche de sentimentos que TLG causa no jogador. Raiva, angústia, desespero e empatia. Esses são só alguns exemplos do que passei durante minha jornada com o Garoto e a fera alada chamada de Trico.

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Logo na exibição do trailer, o segundo jogo da produtora Dontnod Entertainment (Remember me) me cativou com a promessa de uma história emocionante, em que nossas escolhas podem interferir diretamente no destino dos personagens. Lançado em formato episódico, Life Is Strange tem seus pontos positivos, mas tropeça em vários aspectos, o que acabou frustrando parte da experiência. Os capítulos foram lançados com intervalos médios de dois meses, com a primeira parte liberada dia 29 de janeiro deste ano. O preço também estava bem atrativo, R$ 40,00 a temporada completa na PSN e na Live, e R$ 36,99 na Steam. Mesmo torcendo o nariz devido ao grande hiatus entre os episódios, resolvi entrar na “onda” dos jogos lançados em partes.   Leia mais »