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A décima edição do GaymerCast está cheia de nostalgia! Contamos a história de um dos jogos de corrida mais amado do Brasil. Falamos sobre suas inspirações, jogabilidade, continuações e sua épica trilha sonora. Ainda incluimos diversas curiosidades, polêmicas que envolvem a sua produção e os motivos pelo qual não existem mais continuações desse game tão querido aqui no BR.

Se você, assim como eu, teve sua infância marcada por esse simulador de corrida incrível, está mais do que convidado para ouvir nosso podcast especial sobre a trilogia Top Gear.

 

E se quiser participar ou dar sua opinião/sugestão para o podcast deixe seu comentário ou envie um e-mail para contato@gaymeover.com.br.

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A franquia Mario marcou a infância de milhares de jogadores pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos comerciais da indústria até hoje. Mesmo com a Nintendo fora do Brasil, seus produtos chamam a atenção de crianças e adultos, incluindo aqueles que nem jogam mais videogame.

Super Mario World com certeza tem um local especial nos corações dos gamers que tiveram um Super Nintendo. Para mim foi o jogo que me apresentou ao universo dos videogames quando tinha apenas quatro anos de idade. Os primos se reuniam na casa da vó para jogarem e tentarem descobrir todos os segredos do game. “Quem perder passa o controle”, foi com Mario que escutei essa frase pela primeira vez.

Esta semana, a Nintendo realizou algo inédito lançando Super Mario Run para IOS. Fazendo todos os jogadores aposentados voltarem à ativa mais uma vez com seus celulares. Aproveitando a ocasião, convido os jogadores à aproveitarem este especial com 10 coisas que todo jogador de Super Mario World nunca esquece. Confere lá:

 

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Pelo podeeeer do prisma lunaaaaar!!!!!

sailor-moon

 

Finalmente criei coragem e comecei a assistir Sailor Moon, mas não o anime antigo e sim o remake. Até tentei ver o clássico, só que achei tão infantil e bobo que não me atraiu em nada. Talvez o fato de eu ser adulto  e não ter assistido na infância tenha influenciado minha opinião.

Porém, isso não me impediu de me acabar nos games das guerreiras protetoras do sistema solar. Numa época em que consoles estavam em falta na minha casa, o jeito foi recorrer ao famoso CD da feirinha com 500 jogos de Super Nintendo. Zapeando pelo emulador, percebi que Sailor Moon possui uma enorme gama de títulos lançados incluindo RPGs, beat’m ups e puzzles. E foi com Bishoujo Senshi Sailor Moon Super S – Fuwa Fuwa Panic, lançado em 1995 para o SNES, que eu passei horas em frente o computador derrotando azamiga na adolescência.

Como o nome é muito comprido, iremos chama-lo carinhosamente de Sailor Moon da Bexiguinha, é mais prático. O jogo não foi lançado na terra do tio Sam, caso contrário teria um nome bem mais simples. Leia mais »