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Ressuscita esse blog!

 

O podcast que você mais ama acaba de sair do forno com tema especial! Nessa nova edição, debatemos sobre sexo nos videogames contando desde a época do Atari. O assunto pode ser impróprio para alguns usuários, por isso, recomendamos apenas para maiores de 16 anos. Acreditamos que por mais que esse tema ainda seja um tabu, é importante ser colocado em pauta. Até porque aqui no Gayme Over nos propomos a falar de assuntos diversos, pois essa mesma pluralidade está inserida nos games.

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Confesso que nunca fui muito atento a parte indie do universo gamer; o que é, sem dúvida, um erro da minha parte. As grandes produtoras com suas extravagantes campanhas de marketing acabam chamando muito mais atenção, não é a toa que os desenvolvedores independentes fazem das tripas coração (nem sei se essa expressão ainda é usada) para concluírem seus projetos e conquistarem um lugar ao sol nesta indústria multi-bilionária.

Mas o que diferencia os games indie das super produções?

Acredito que o fator mais nítido está na questão financeira. Durante a BGS, por exemplo, conhecemos desenvolvedores que estão com o projeto em andamento há nove anos! Eles não podem largar o emprego para se dedicarem totalmente ao jogo, por isso fica bem mais trabalhoso finalizar um game mais robusto, que incorpora os elementos dos games de peso sem perder sua simplicidade.

E foi na própria BGS que testamos títulos bem criativos, alguns ainda estão no início do desenvolvimento enquanto outros estão nos seus momentos finais, prestes a caírem no gosto da galera. Esses desenvolvedores independentes também nos contaram sobre a dificuldade de conseguir apoio para os projetos, tornando ainda mais difícil a indústria se desenvolver no Brasil.

Nós do Gayme Over acreditamos que o Brasil tem sim potencial para se tornar outro gigante dos games, e por isso iremos apresentar a seguir alguns dos jogos que testamos durante a feira e, se você se gostar de um ou mais games, não deixe de acessar o site dos caras, curtir a fanpage e demonstrar seu apoio da melhor forma possível!

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A trilha sonora é parte importantíssima na criação de um game. Embalados nos diversos estilos musicais que casam com os momentos e a jogabilidade de forma majestosa, as músicas realçam a atmosfera e a imersão no jogo. Dentre os diversos temas memoráveis que os games nos proporcionaram, existem aqueles que têm um lugar especial em nossos corações. São aqueles temas que marcaram época e nos deram boas vidas à jogos incríveis.

É algo tão marcante que apenas ouvindo certas músicas somos capazes de lembrar daquele game que fez parte da infância, nos  transportando para aquele tempo em que nossa única preocupação era passar de fase no game e na escola. Vamos relembrar juntos  alguns dos temas mais marcantes do universo gaymer.

 

Coloque seus fones de ouvido e vem ouvir essas lindezas com a gente!

 

headfone dance

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Escrito em por & arquivado em Artigos, Danilo, eSports.

ESports é um tema que anda crescendo muito ultimamente. Pessoalmente é um assunto que estou acompanhando bastante visitando comunidades de jogos competitivos. Gostaria de compartilhar com vocês algumas das experiências e coisas que aprendo nessas comunidades.

 

Mas antes, que tal darmos uma olhada numa história breve dos ESports?

 

Para começar, vocês já tinham ouvido falar do termo e-sport antes? No caso 4 ou 6 anos atrás?

 

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Apesar do que muitos pensam, lésbicas sofrem tanto preconceito quanto os gays. Tendo que enfrentar diversos obstáculos na sociedade que vão além da sexualidade. Muitas conquistas foram obtidas graças à representatividade feminina em várias mídias mostrando o emponderamento feminino. Ainda há muito o que ser feito em questões como diferença salarial, machismo e igualdade de gênero. Mesmo com todas essas questões à serem resolvidas, as mulheres que fazem parte da comunidade LGBT são vistas como fetiche para muitos homens ou são criticadas por suas vestimentas e trejeitos. É ingenuo aquele que pensa que elas sofrem menos abusos ou são menos desrespeitadas só por serem mulheres.

Assim como em outras mídias que abusam dos estereótipos para criar personagens chamativos sem se importar com o conteúdo, provavelmente, ofensivo que acabam criando. Os games também não fugiram dessa regra por muito tempo, mas felizmente os tempos mudaram e nos  trouxeram personagens consistentes que realmente conseguimos nos identificar.

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Não é de hoje que os videogames bebem da fonte inspiradora chamada Hollywood. São inúmeras as referências que podemos encontrar, principalmente nos jogos atuais, de histórias vindas de clássicos do cinema. Os títulos recentes que seguem a linha storytelling (mais focado em contar uma história bem elaborada do que uma jogabilidade inovadora) têm aumentado consideravelmente, por exemplo: Beyond, The Walking Dead e Life Is Strange são apenas alguns dos títulos recentes.

Podemos ver o inverso em filmes que não utilizam uma temática gamer, mas que encontramos pequenos traços muito similares com os jogos eletrônicos. Pode ser um cenário, uma fala, ou até mesmo visões de futuros pós-apocalíticos.

Abaixo nós listamos algumas dessas referências que a indústria do cinema não faz questão alguma de disfarçar, lembrando que em certos casos são apenas detalhes que lembram os games, não possuindo o mesmo enredo ou personagens.

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Logo na exibição do trailer, o segundo jogo da produtora Dontnod Entertainment (Remember me) me cativou com a promessa de uma história emocionante, em que nossas escolhas podem interferir diretamente no destino dos personagens. Lançado em formato episódico, Life Is Strange tem seus pontos positivos, mas tropeça em vários aspectos, o que acabou frustrando parte da experiência. Os capítulos foram lançados com intervalos médios de dois meses, com a primeira parte liberada dia 29 de janeiro deste ano. O preço também estava bem atrativo, R$ 40,00 a temporada completa na PSN e na Live, e R$ 36,99 na Steam. Mesmo torcendo o nariz devido ao grande hiatus entre os episódios, resolvi entrar na “onda” dos jogos lançados em partes.   Leia mais »

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Você nem imagina, mas o número três possui uma profunda simbologia ligada à religião que se reflete em nosso modo de vida e até mesmo no sistema de governo que utilizamos. Só para exemplificar: São necessárias no mínimo três pessoas para que a democracia seja viável, o Estado é regido pelos três poderes (Legislativo, executivo e o judiciário), no cristianismo temos a santíssima trindade (O pai, o filho e o espírito santo), o triângulo é a primeira forma geométrica, na mitologia grega temos as Moiras que tecem o destino de humanos e deuses, os três porquinhos e por aí vai! 

Tive um professor na faculdade que, em praticamente todas as aulas, citava alguma coisa sobre o número três. Tentei relacionar o tema com os games e descobri que eles também possuem algum tipo de trindade, saca só:

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Muito se fala sobre o que levou o diretor e roteirista Paul Anderson a elaborar uma trama tão diferente da original, na época do lançamento do primeiro filme suas justificativas eram bem diferentes das atuais

 

Resident Evil é um sucesso, tanto no cinema quanto nos videogames, cinco filmes em live action foram produzidos e o sexto capítulo da saga cinematográfica está em produção. Segundo o IMDB, juntos os filmes já arrecadaram mais de US$915 milhões, tornando-se a adaptação de um game para o cinema mais bem sucedida da história. Mesmo passados 13 anos desde o lançamento de RE: O Hóspede Maldito, ainda existem discussões calorosas entre os fãs dos games. Muitos reclamam da história não ser fiel ao material original e protagonizado por uma personagem que não existe em nenhum jogo, enquanto os personagens transportados direto dos jogos para o cinema são meros coadjuvantes. O que ainda intriga muita gente é: Por que os filmes são tão diferentes?

 

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